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  • Emilio Neto

25 de novembro. Dia Internacional do combate à violência contra mulher

No dia 25 de novembro comemora-se o Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher. A data foi escolhida para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), dominicanas que se opuseram à ditadura de Rafael Leónidas Trujillo, sendo assassinadas em 25 de novembro de 1960.


A data foi estabelecida no Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe realizado em Bogotá, Colômbia, em 1981


Nos dias o movimento de defesa da mulher vem sendo promovido pela ONU, pela Secretaria Nacional dos Direitos Humanos e Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome.


A pandemia do novo Corona vírus ainda piorou a situação pela questão do isolamento social, as brigas entre casais aumentaram em 431% entre fevereiro e abril de 2020, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Decode Pulse, a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e constatou aumento de 37% em março e 53% em abril, período em que foram intensificadas as medidas de isolamento.


A quantidade de denúncias de violência contra a mulher recebidas no canal 180 deu um salto em Abril: cresceu quase 40% em relação ao mesmo mês de 2019, segundo dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMDH).


Mas você pode se perguntar por que trazer esse assunto à tona, e os motivos são graves:


. Uma mulher é morta a cada sete horas por ser mulher País está no 5º lugar no ranking mundial do feminicídio Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).


. Uma mulher sofre violência doméstica a cada dois minutos.

. Brasil bateu recordes de registros de estupro segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.


. Uma menina de até 13 anos é estuprada a cada 15 minutos

. Violência não é só física: agressões psicológicas crescem anualmente


. Quase metade das brasileiras já sofreu assédio sexual no trabalho.


. Uma em cada quatro mulheres é vítima de violência obstétrica na hora do parto.


. Brasil é lanterna no ranking de paridade política de gênero na América Latina.


. Uma mulher trans é assassinada a cada três dias Segundo dados da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais)


Felizmente ainda temos gestores públicos que lutam por esta causa e criam leis para que esses infratores e assassinos sejam presos e condenados.


Temos inclusive um projeto de lei aprovado, PL 6.346/2020 em Canoas, que dispõe sobre a obrigatoriedade de afixação, no âmbito do município de Canoas, de placas ou cartazes informativos em prédios e condomínios residenciais, com o número da lei Maria da Penha, o número de telefone da delegacia especializada no atendimento à mulher e da brigada militar para denúncias de violência contra a mulher.



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