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  • Emilio Neto

STF DETERMINA DIA “D” PARA BOLSONARO

O descaso com a saúde chega a patamares jamais vistos na história da República Federativa do Brasil.


Além de assuntos periféricos como exposição de roupas presidenciais e sem urgência mínima como a isenção de impostos de importação de armas tomarem a opinião pública, o ponto crucial no atual momento da humanidade, a saúde, parece não chamar a atenção da equipe de governo.


No dia 08 de dezembro, uma frase do Ministro da Saúde, o Gen. Pazzuelo, na reunião com os governadores, chamou a atenção da mídia mundial ao relatar que: “se houver demanda e preço vamos comprar a vacina do Butantan”. Sem dúvida alguma uma afirmação como essa em meio a maior pandemia mundial dos últimos tempos, apenas revela o que o povo brasileiro já está cansado de saber: o descaso com a saúde no Brasil.


Não obstante a isso, o plano nacional de imunização também parece distante de um desfecho prioritário neste governo, a ponto de o STF (Supremo Tribunal Federal) precisar determinar aos mandatários do país que apresentem até o dia 15, um planejamento de vacinação em massa para a população.


O Ministro da Saúde e o Presidente da República parecem estar avessos às demandas mais urgentes e contundentes da nação, o que faz o país perder prazos que dariam prioridade na compra das vacinas e, por consequência, impedindo a imunização em massa dos brasileiros.


O Presidente Jair Bolsonaro pede ainda que a vacinação não seja obrigatória, solicitando para que a população assine um termo de responsabilidade para quem for vacinado no Brasil, trazendo a desconfiança popular sobre as vacinas como componentes fundamentais na luta contra a pandemia e seus efeitos catastróficos sobre a economia e saúde da nação.



Países como Estados Unidos, China, Rússia e Reino Unido foram os primeiros a começar a vacinação em seus territórios.

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