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  • Emilio Neto

VACINA POR CONTA PRÓPRIA

Após muitas reuniões e debates públicos a questão da vacinação em massa no Brasil ainda parece longe de ser definida.

Por um lado, o governo federal responsável por esta demanda, aparece em cena com mandos e desmandos subsequentes, fazendo com que cada palavra tenha a validade de um dia, até que seja desmentida.

Por outro lado, governadores buscam um possível plano “B” frente as infindáveis negativas do chefe de estado em assumir a questão e conduzir o país na maior pandemia enfrentada até hoje por nossa geração.

Ao que tudo indica, os estados e governadores terão que partir para uma espécie de “carreira solo”, na questão da compra de vacina, insumos e gestão de um plano de vacinação em massa em seus estados.

No RS, o governador Eduardo Leite e uma comitiva de prefeitos definirão nos próximos dias a possibilidade de uma parceria com o Instituto Butantã e o estado de SP, para que sejam feitas as imunizações no estado.


O ministro Pazuello informou ainda que, caso sejam aprovadas pela ANVISA, as vacinas contra Covid, Pfizer, AstraZeneza e SinoVac, poderão ser usadas no plano emergencial ainda em dezembro deste ano, contradizendo o que havia dito aos governadores.



Enquanto isso, o governo federal que investe tempo em questões secundárias como a isenção de impostos sobre armas de fogo, inauguração de exposição de roupas da posse, parece não perceber que até final de dezembro, as melhores economias do mundo estarão sendo beneficiadas com a imunização de boa parte da população e estabilidade econômica advindas da seriedade no trato com a pandemia.

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